Despeço-me de minha mãe e minha irmã e seguimos em direções opostas da calçada. Elas começam a correr atrás de um ônibus que segue para o ponto.
Ouço o freio e me viro: um carro acerta minha irmã na pista e a arrasta até o meio-fio.
Corro. Ela está no chão, tentando se levantar. Grito seu nome e começo a erguê-la, deseperado.
Ela olha pra mim e não me vê.
Chama por minha mãe, que não vem (olho em volta e não a vejo).
"Mãe...", sussurra minha irmã, enquanto me olha e sorri, um sorriso de paz e dor. "Estou indo pro pub, mãe..."
Ela repousa a cabeça no meu peito e fecha os olhos. Eu começo a urrar.